Entre os 20 e os 79 anos anos existem cerca de um milhão de diabéticos em Portugal. Equivale a 10% da população portuguesa.

 

15% dos diabéticos desenvolvem o chamado Pé de Risco (o equivalente a 150.000 portugueses), significa que podem ter alterações graves ao nível dos pés.

 

Por causa da Diabetes, a cada 30segundos perde-se um membro inferior ou parte dele, em todo o mundo.

 

2 a 5% dos diabéticos desenvolvem úlcera do pé e só dois terços cicatrizam.

 

Cerca de 28% dos diabéticos que desenvolvem úlcera crónica sofrem amputação do membros inferior ou parte dele.

 

A Pressão Transcutâneo de Oxigénio (PTO2) é um método complementar de avaliação do Pé Diabético com lesão crónica. Sendo que uma PTO2 superior a 30mmHg, representa 75% de hipótese de cura da lesão com tratamento conservador. Não necessitando de revascularização.

 

80% das úlceras neuropáticas localizam-se no antepé a nível plantar. Sendo a hiperpressão, causada por alterações biomecânicas, uma das suas principais causas.

 

A Diabetes Mellitus é responsável por 40 a 60% de todas as amputações não traumáticas.

 

Em Portugal existem cerca de 70.000 amputados. 85% das amputações resultam da Diabetes Mellitus e/ou de doenças vasculares.

 

Fonte: Serra, Luis Alvim, em: ‘Pé Diabético Manual para a Prevenção da Catástrofe’, LIDEL 2ª edição

 

 

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